domingo, 4 de outubro de 2009

Eram 3 e trinta e cinco (Poesia de Gabriel Medeiros)

Eu te curei daquela doença.
Como eu te chamava?
Aquilo não te fazia dormir,
Eu quem chamei seu amor pelo nome
Pra melhorar você da cama,
Olhei observando seu pudor.
Pode começar.
Era assim quando era eu
Agora vai doer pra sarar
Onde eu não quero mais que cure.
Nosso templo se desfez
E nosso canto de um sussurro
Caiu em si e se virou pro lado
No sono eterno que só uma amizade traz.

(Esta poesia é uma das minhas preferidas do grande amigo,poeta,escritor e cineasta Gabriel Medeiros).

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