Quando chove,caracterizo de forma clara
A minha solidão insistente.
Café,cigarros,melodias.....
Na chuva me sinto inteiro
Verdadeiro comigo mesmo.
O céu não fica óbvio
A atmosfera se torna implícita
Não basta apenas os olhos pra ver
É necessário alma.
É preciso sangue nas veias.
É vital que se traduza os trovões.
Aqui eu continuo minhas interpretações
Instável,inquieto,corroído.
Escondido atrás da fumaça de um cigarro
Procurando aquilo que nunca consigo achar
Agindo como intérprete de algo
Que,decerto,é impossível de decifrar.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
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